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Como evitar prejuízos com a análise de riscos em contratos de locação

  • Sandra de Avilar Maia Marques
  • 19 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: há 2 dias

Advogada em reunião explicando contrato de locação para um jovem casal com um cachorro, ilustrando a análise de riscos jurídica.

Você sabia que a maioria dos problemas em uma locação (inadimplência, danos ao imóvel, brigas judiciais) poderia ser evitada antes mesmo da entrega das chaves?


A assinatura do contrato é o momento crítico. Se feita de forma apressada ou com modelos prontos da internet, o proprietário abre as portas para prejuízos futuros.


Neste artigo, explicamos como uma análise de riscos em contratos de locação protege seu patrimônio e evita dores de cabeça.


O Risco Humano: Quem está entrando no imóvel?


Mesmo o melhor contrato do mundo pode falhar se o perfil do inquilino não for compatível. A análise preventiva deve ir além do "nome limpo".


  • Análise de Crédito Completa: Não basta consultar SPC ou Serasa. É vital entender o histórico financeiro: existem protestos? O padrão de vida é compatível com a renda declarada?


  • Capacidade de Pagamento: O ideal é que o aluguel e encargos não ultrapassem 30% da renda mensal do locatário (ou fiador). Isso reduz drasticamente o risco de inadimplência.


  • Antecedentes Jurídicos: Uma consulta aos tribunais revela se o candidato é um "devedor profissional" ou se possui histórico de ações de despejo anteriores.


  • O Fiador é Sólido? O fiador precisa ter patrimônio real para garantir a dívida. O ideal é que possua imóvel quitado e livre de ônus, preferencialmente na mesma cidade.


O Risco Jurídico: A blindagem do contrato


O contrato não é apenas um formulário; é a lei entre as partes. Cláusulas genéricas geram interpretações perigosas.


Pontos essenciais para a sua segurança:


  • Vistoria Detalhada (com fotos): O documento mais importante depois do contrato. Ele deve descrever cada risco na parede, mancha no piso e estado das torneiras. Sem isso, cobrar reparos na saída é quase impossível.


  • Benfeitorias e Reformas: O texto deve ser claro: o inquilino pode furar paredes? Pode trocar o piso? Se fizer, ele será indenizado ou deverá desfazer a obra ao sair?


  • Multa Rescisória: A cláusula penal deve ser equilibrada (geralmente 3 aluguéis) e proporcional ao tempo restante de contrato, evitando que a cobrança seja anulada na Justiça por abusividade.


O Risco Contínuo: A gestão durante o aluguel


Assinar o contrato não encerra o trabalho. A gestão passiva é um erro comum.


  • Monitoramento da Inadimplência: O atraso no primeiro mês já é um sinal de alerta. Não espere a dívida acumular para notificar.


  • Comunicação Formal: Acordos de boca não valem. Se o inquilino pediu para pagar dia 15 e você aceitou, formalize por e-mail ou WhatsApp.


  • Registro de Ocorrências: Barulho, multas do condomínio ou mau uso devem ser notificados imediatamente, criando um histórico para eventual despejo por infração contratual.


Conclusão sobre a análise de riscos em contratos de locação


Investir em uma análise de riscos em contratos de locação não é custo, é segurança.

Com a triagem correta do inquilino, um contrato personalizado e uma vistoria rigorosa, você blinda seu imóvel contra inadimplência e destruição. A prevenção é sempre mais barata que o processo judicial.


Vai alugar seu imóvel e quer dormir tranquilo?


Não corra riscos com contratos genéricos. Realizamos a análise completa da ficha do inquilino e elaboramos um contrato sob medida para a segurança do seu patrimônio.


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